01 USAID - Nampula _ BASE and OPTION (LOT1) - Especificacoes Tecnicas.pdf
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- Solicitation number
- 72065624R00001
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This solicitation seeks construction services for building or rehabilitating up to ten health facilities in Nampula and Cabo Delgado provinces of Mozambique. The scope of work includes constructing new maternity blocks or rehabilitating existing ones according to attached drawings and bills of quantities. It also includes installing solar power systems, water tanks served by boreholes or existing supply grids, and connecting flush toilets, sinks, and laundry areas to septic systems with drainage fields. Provision of tanks for rainwater collection is required. The selected firm will be responsible for training local health facility staff to operate and maintain electrical and water systems after handover. The proposal must cover all necessary labor, materials, tools, and equipment. A one-year warranty is required from the completion and reception date.
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23-2023
Especificações Técnicas Arquitectura | Rev. 00
Construção e Reablitação de Maternidades C20-28 | Projecto Executivo
Preparado por: Preparado para:
Fevereiro 2024
CONSTRUÇÃO E REABILITAÇÃO DE MATERNIDADES
FASE DE PROJETO: PROJETO EXECUTIVO
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Página 2/56
COD.N.º C20-28-ET-
ARQ
REV.
REVISÃO
IR:
FINALIADE
Um - Preliminar
B - Para aprovação
C - Para informações
D - Para efeitos de concurso
E - Para Construção
F - Como comprado
G - Conforme construído
H - Cancelado
Rev TE Descrição Proj. Des. Ver. Apr. Data
0 B Para Aprovação AC FS BA OM 02-2024
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
3/56
ÍNDICE
ITEM DESCRIÇÃO PÁGINA
1.0 DISPOSIÇÕES GERAIS
1.1 VISÃO GERAL
1.2 Especificações
1.3 REgisto do trabalho
1.4 DOCUMENTOS A FORNECER AOS SUBCONTRATANTES
1.5 SEGURANÇA E ILUMINAÇÃO
1.6 PROTEÇÃO DE OBRAS
1.7 SUBCONTRATOS
1.8 ARMAZÉM E ESCRITÓRIO
• INSTALAÇÕES PARA FISCALIZAÇÃO
REUNIÕES
1.9 CUIDADOS COM O LOCAL DURANTE A CONSTRUÇÃO
1.10 PLACA DE obra DO LOCAL
1.11 Aprovação de materiais
1.12 LIMPEZA LUBRIFICAÇÃO POLIMENTO
2.0 Especificações de obras de edifícios
2.1 NORMAS PRESCRITAS
2.2 Fundações
Limpeza do local e remoção de solo vegetal Definindo Classificação e Escavação de Solos Escavação de rochas Enchimento
2.3 Membranas impermeáveis
2.4 Obra de concreto
Geral Cimento Agregados Água Misturas
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
4/56
Reforço de aço Mistura de Betão Colocação e Compactação Acabamento de superfície Cura Ensaios de Betão
2.5 Alvenaria de Bloco de Cimento para Paredes
Caraterísticas Aparência e qualidade
2.6 Revestimentos de Parede – Aplicação de Argamassa em Paredes e Tetos de Reboco.
Aplicações Preparação de base - Parede ou Teto Aplicação Spatterdash Aplicação de gesso Condições meteorológicas Espessura do gesso Impermeabilização (gesso externo) Execução de Obras Correção ou reparação em gesso Aplicação mecânica de rebocos
3.0 TRABALHOS DE ACABAMENTO
3.1 ZINCO
3.2 ALUMÍNIO
3.3 REVESTIMENTO DE PAREDE E PAVIMENTO
3.4 MOSAICO CERÂMICO
3.5 VIDRO
3.6 FERRAGENS E METAIS FERROSOS
3.7 Chapa metálica
3.8 louça sanitária Porcelana envidraçada Regulação e Controle de Louças Sanitárias
3.9 TINTAS E VERNIZES
3.10 SELANTES
3.11 Material Diverso
RODAPÉ E TIJOLEIRAS
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
5/56
TIJOLEIRA MATE BRANCA 200X200mm
3.12 ACABAMENTO DE PAVIMENTOS
RACER TIME TIJOLEIRA BEGE 330X330mm
PAVIMENTO EM BETONILHA DE CIMENTO
IMPERMEABILIZAÇÃO À BASE DE ESPUMA COM TELA DE BASE MINERAL FIDIA P | ABE I.E
3.13 PINTURAS
• MATERIAIS DE PINTURA
• PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES
• REVESTIMENTOS DE TINTA
• ACABAMENTO EM MADEIRA
• PINTURAS METÁLICAS
• PINTURA INTERIOR – PAREDES E TETOS
• PINTURA EXTERIOR
3.14 REVESTIMENTO DO TETO
3.15 REVESTIMENTO DE COBERTURAS TERRAÇOS – LAJES DE BETÃO
• BASE EM BETÃO LEVE COM ISOPOR
• IMPERMEABILIZAÇÃO
3.16 GARANTIA DE IMPERMEABILIZAÇÃO
4.0 CARPINTARIA
4.1 MADEIRAS
• MADEIRA DURA
• AGLOMERADO DE MADEIRA
4.2 MADEIRA DE MARCENARIA e acabamento
4.3 TRATAMENTO DA MADEIRA
4.4 CARPINTARIA
4.5 PROTEÇÃO DOS MARCENEIROS
4.6 CARPINTARIA E MARCENARIA
4.7 PORTAS E OUTRAS ABERTURAS
5.0 TRABALHO VIDRACEIRO
5.1 VIDRO LISO e TRANSPARENTE
6.0 EQUIPAMENTO
6.1 CHAVES E PORTA-CHAVES
CHAVE MESTRA
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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6.2 POR LATCH
7.0 METALURGIA
7.1 AÇO MACIO
7.2 CONEXÕES SOLDADAS
7.3 AÇO INOXIDÁVEL
7.4 DESENHOS DA LOJA
7.5 SUBSTITUIÇÃO DE PERFIS
7.6 CONEXÕES APARAFUSADAS EM PEÇAS GALVANIZADAS
7.7 Isolamento térmico sob telha metálica
7.8 Cobertura em CHAPA METÁLICA
Parede lateral superior Chapa de Topo Cumeeira Instalação e Garantia Capa de Enfrentamento
7.9 Mosquiteiro
8.0 CANTARIA
8.1 Bancada de cozinha
9.0 PAISAGISMO - Jardinagem
9.1 Jardinagem
9.2 Níveis
9.3 Remoção e conservação do solo
9.4 Conservação e tratamento das árvores existentes
9.5 Espécies hortícolas a plantar no local
Cobre solos
9.6 Arbustos
9.7 Árvores
10.0 HIDRÁULICA E ACESSÓRIOS
10.1 Aparelhos e acessórios sanitários e de cozinha
10.1.1 Banca de lavar louça
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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10.1.2 Lavatório
10.1.3 URINOL
10.1.4 BASE DE DUCHE
10.2 VASO SANITÁRIO
10.2.1 VASO SANITÁRIO INOXIDÁVEL
10.3 TORNEIRAS E CHUVEIRO
10.4
TOALHEIRO CROMADO
PORTA-SABONETES E ROLOS
Gancho de parede Bancada Barra de apoio
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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1.0 DISPOSIÇÕES GERAIS
1.1 VISÃO GERAL
As presentes Especificações Técnicas referem-se ao projeto de reabilitação e modernização e de novos centros de saúde selecionados pela USAID em vários distritos da Província de Nampula.
1.2 ESPECIFICAÇÕES
O Empreiteiro deve verificar o número de páginas destas especificações e, em caso de falta de qualquer página ou informação, deve solicitar ao Engenheiro.
Não haverá compensação a ser paga ao Contratante por erros que possam resultar dessas ausências ou omissões.
1.3 REGISTO DO TRABALHO
O Empreiteiro deverá ter permanentemente disponível no local, pelo menos 1 cópia de todos os documentos escritos e desenhos, encadernados e em bom estado, para utilização pelo Arquiteto e equipa de engenharia.
Todos os materiais necessários para os trabalhos, salvo indicação em contrário, serão adquiridos diretamente pelo Empreiteiro sob sua responsabilidade, e estão sujeitos à aprovação do Engenheiro.
O Contratante manterá um registo de toda a correspondência, que estará acessível ao Fiscal para informação.
O Contratante encaminhará toda a correspondência ao Fiscal como documentos eletrônicos.
Sempre que os documentos de correio eletrónico tenham ficheiros anexados, o número, o bloco de assunto e o nome do ficheiro desses documentos devem ser mencionados no texto do correio eletrónico.
1.4 DOCUMENTOS A FORNECER AOS SUBCONTRATANTES
O contratante deve fornecer, a custas suas, todos os documentos necessários para os subcontratantes, incluindo desenhos gerais, desenhos detalhados, especificações técnicas, etc.
Exemplo: Nos tetos falsos os subcontratantes devem receber não só medições, especificações técnicas e plantas para tetos falsos, mas também plantas e cortes gerais, cortes de pormenor, cópias de catálogos e outros desenhos ou documentos que permitam a total compreensão do projeto.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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O Empreiteiro coordenará os seus trabalhos com os dos outros sub-empreiteiros no(s) Site(s) na medida do requerido para concluir os trabalhos de acordo com o Cronograma de atividades, os Desenhos e os Exigências destes trabalhos e de acordo com as instruções da Fiscalização.
1.5 SEGURANÇA E ILUMINAÇÃO
O Empreiteiro é responsável pela segurança da área do local da obra, pelo que manterá os seguranças necessários e providenciará alojamento e iluminação.
1.6 PROTEÇÃO DE OBRAS
O Empreiteiro é responsável pela proteção adequada de toda a área da obra contra tempestades e trovoadas, chuva, ou intempéries em geral, águas superficiais ou subterrâneas. Deve igualmente fornecer e operar todos os sistemas de bombagem necessários para manter as fundações livres de água, bem como qualquer proteção necessária para concluir as obras. Em caso de danos causados por qualquer uma dessas causas ou negligência dos seus trabalhadores ou visitantes, o empreiteiro deve efetuar as reparações necessárias a custas propias.
1.7 SUBCONTRATOS
O Empreiteiro deve obter dos subempreiteiros as informações necessárias para a execução de parcelas ou outras obras, que garantam a correta execução das obras pelos seus subcontratantes. Em caso de avarias ou defeitos resultantes da falta desta informação e de trabalhos complementares, os custos dos trabalhos necessários a qualquer alteração ou reparação serão considerados da responsabilidade do Empreiteiro.
1.8 ARMAZÉM E ESCRITÓRIO
O Contratante é responsável pela instalação de instalações temporárias para o armazenamento de materiais perecíveis ou não perecíveis, sanitárias e um escritório e abrigo para o seu pessoal, que serão demolidos e removidos da área do canteiro de obras antes da entrega.
• INSTALAÇÕES PARA FISCALIZAÇÃO
O Contratante deve, a partir da Data de Início até 30 Dias após a Data de Conclusão, salvo acordo em contrário, fornecer instalações e serviços para o Fiscalização, conforme indicado abaixo:
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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Um escritório local para uso exclusivo de 3 representantes da Fiscalização deve ser disponibilizado ao lado dos escritórios do Empreiteiro desde a data do primeiro estabelecimento até a Data de conclusão.
O escritório do site incluirá:
• Escritórios privados individuais no canteiro de obras do Empeiteiro;
• Mobiliário de escritório, posicionado no(s) escritório(s) acima(s) com uma instalação de arquivo/armazenamento, mesas, cadeiras, prateleiras, armários de arquivo com fechadura, armários de desenho com fechadura e arquivos de vara, divisórias, lâmpadas de mesa, etc.;
• Utilização de uma sala de reuniões para dez pessoas. Sala de reuniões a ser mobilada com cadeiras, mesa;
• Consumíveis, tais como artigos de papelaria de escritório em geral, tabuleiros de arquivo, grampos, máquinas perfuradoras, réguas, canetas, borrachas, papel para máquinas copiadoras, etc.;
• Utilização das instalações da cozinha do Empreiteiro com fogão, chaleira, frigorífico, talheres e loiça, incluindo fornecimento de café, chá e misturas;
• Todo o cabeamento (se aplicável) dentro do(s) Site(s) do Empreiteiro, incluindo os escritórios do Fiscal, para acesso aos sistemas de internet do Empreiteiro e para uso dos sistemas de informação fornecidos pelo Fiscal, incluindo e-mail;
• Serviços de telefone/wi-fi/satélite com uma extensão;
• Serviços aos escritórios com ar condicionado, aquecimento, energia, iluminação, água, saneamento, limpeza diária, reparação e manutenção suficientes;
• Instalações de estacionamento para a equipa do empreiteiro e fiscalização mais espaço adequado para visitantes nas imediações dos escritórios; e ainda
• Utilização de máquina copiadora situada perto dos escritórios da Fiscalização.
REUNIÕES
Reuniões de análise dos progressos realizados
A Fiscalização agendará e realizará reuniões mensais de revisão de progresso com o Empreiteiro de acordo com uma agenda mutuamente acordada.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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ESHS & Reuniões Mensais
O Fiscal deve agendar e realizar reuniões mensais do ESHS com o Empreiteiro de acordo com uma agenda mutuamente acordada.
Administração de Reuniões
A ata de cada reunião será elaborada pelo fiscal residente e será considerada, após aprovação pelos demais participantes, como confirmação por escrito das declarações, instruções e decisões tomadas durante a reunião.
As questões que exijam uma ação serão atribuídas à parte responsável com datas para a sua conclusão. Os resultados das ações das reuniões anteriores devem ser registados.
1.9 CUIDADOS COM O LOCAL DURANTE A CONSTRUÇÃO
O Empreiteiro é inteiramente responsável pelo fornecimento de todas as instalações temporárias de qualquer tipo que possam ser necessárias para a execução das obras, incluindo as instalações relativas a escritórios no local, alojamento, saneamento e eliminação de esgotos, áreas de armazenamento vedadas, galpões fechados, galpões, instalações para abastecimento e/ou armazenamento de água industrial/de construção e água potável, alimentação e ar comprimido. O Empreiteiro planeará todas as instalações temporárias necessárias para as Obras com a aprovação do Fiscal.
Todos os custos de construção e/ou supervisão e remoção ou entrega ao Fiscal de todas as instalações temporárias serão considerados incluídos e permitidos nos seus preços indicados na(s) Tabela(s) de Preços.
Os custos de funcionamento e manutenção das instalações temporárias, bem como quaisquer outros custos de funcionamento necessários à boa execução das obras, serão considerados incluídos e contabilizados nos preços do Contratante nas Listas de Quantidades.
1.10 PLACA DE OBRA DO LOCAL
O Empreiteiro deve fornecer, erguer e remover, no final dos trabalhos, a Placa de obra do Estaleiro, feita em material resistente. Os detalhes a serem incluídos na placa serão fornecidos pela fiscalização.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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1.11 APROVAÇÃO DE MATERIAIS
Geral
Todos os materiais e equipamentos destinados a serem incorporados nas Obras estarão sujeitos à aprovação da Fiscalizalção.
A menos que autorizado de outra forma pelo Fiscal, nenhum material será enviado de seu ponto de fabricação original ou montagem final da loja para o local da obra antes de ter sido inspecionado e/ou aprovado pela Fiscalização.
Apresentação de amostras e dados
O Empreiteiro submeterá à aprovação da Fiscalização amostras, desenhos, catálogos, cortes, diagramas e outros dados descritivos para todos os materiais e equipamentos estruturais, mecânicos, elétricos, arquitetónicos e outros que possam ser designados pelo Fiscal e que o Empreiteiro se proponha incorporar nas Obras. Para determinados materiais, os dados podem ser solicitados de acordo com um formulário detalhado fornecido pelo Fiscal.
Os itens enviados pelo Contratante devem ser devidamente rotulados para indicar o número do Contrato de Projeto, o Contratante, a fonte de fornecimento, o número do Item do Contrato do Empreiteiro e outros dados exigidos nos Requisitos da Obra.
Se for caso disso, todos os elementos devem ser apresentados em tempo útil, mas o mais tardar 90 dias antes da compra, a fim de permitir a devida consideração e ação sem atrasar o calendário de construção.
1.12 LIMPEZA LUBRIFICAÇÃO POLIMENTO
O Empreiteiro é responsável pela entrega das obras no âmbito do contrato de construção, em perfeitas condições de limpeza, com todas as peças móveis e equipamentos lubrificados e operacionais, pavimentos polidos, vidros limpos, aparelhos sanitários limpos e desinfetados, tubagens desobstruídas e sem areia ou resíduos, gotejamentos de tinta removidos das superfícies, dispositivos de iluminação isentos de pó nas superfícies superiores ou interiores, Etc.
O empreiteiro provará que desinfetou toda a obra, incluindo o sistema de esgotos.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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2.0 ESPECIFICAÇÕES DE OBRAS DE EDIFÍCIOS
2.1 NORMAS PRESCRITAS
Salvo indicação em contrário nas várias secções destes Requisitos para as casas de reassentamento, a construção de todas as obras ao abrigo do presente contrato deve obedecer à última revisão ou edição de uma norma aprovada.
Por última edição de cada norma entende-se a última edição disponível à data da assinatura do contrato.
Nenhum desvio dos padrões aceitos será feito após o Contrato sem a aprovação por escrito do Fiscal.
As normas listadas em especificações técnicas individuais pertencem principalmente às normas BS, IEC, ISO e ASTM como referências do Fiscal. No entanto, aplicam-se igualmente outras normas internacionalmente conhecidas, desde que essas normas sejam equivalentes em todos os aspetos à norma prescrita e aos requisitos específicos descritos na especificação individual. O Contratante enviará cópias de tais normas para análise e aprovação do Fiscal.
Para quaisquer dessas normas, que não estejam redigidas em língua inglesa, o contraente disponibilizará cópias de uma tradução inglesa das mesmas.
O Contratante deverá entregar ao Fiscal duas cópias impressas e uma versão digital de todas as Normas aprovadas ou uma tradução em inglês das mesmas.
Quando o contraente não estiver vinculado pelo contrato a uma norma ou código específico, fornecerá, a pedido e gratuitamente, ao Fiscal dois exemplares em língua inglesa da norma ou do código de conduta aos quais tenciona fornecer materiais ou realizar trabalhos. Essas cópias devem ser fornecidas no prazo de 21 dias a contar da apresentação do pedido.
Quando não existirem normas, como no caso de materiais patenteados ou especiais, todos esses materiais e mão de obra devem ser da melhor qualidade, e todos os detalhes do material e quaisquer testes de controle de qualidade aos quais possam ser submetidos devem ser submetidos à aprovação do Fiscal.
O Contratante manterá sempre à disposição do local cópias das normas e códigos especificados, bem como de todas as respetivas alterações, para consulta e inspeção.
2.2 FUNDAÇÕES
Limpeza do local e remoção de solo vegetal.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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Cada local deve ser limpo de vegetação até 5 metros fora do perímetro das fundações.
Todos os entulhos e vegetação removida deverão ser removidos do local para locais aprovados pelo Engenheiro.
O solo superficial (solo vegetal) deve ser removido e depositado em estoques aprovados pelo Engenheiro para uso futuro.
Os preços unitários incluem a limpeza, escavação, empilhamento, carga, transporte e descarga num raio de 100 m de cada local.
O solo superficial deve ser armazenado em camadas de 200 mm.
Definindo
O Empreiteiro definirá as Obras de acordo com as dimensões dos desenhos
O Contratante é o único responsável pelo estabelecimento de índices de referência e balizas.
O Fiscal deve fornecer localizações GPS de cada edifício, conforme previsto nos anexos 1 e 2.
Classificação e Escavação de Solos
A seguinte classificação dos materiais a escavar deve ser tomada como base para a fixação do preço das obras:
a) Material da classe "C" significa granito, quartzito ou rocha de dureza semelhante ou superior, ou rochas e seixos acima de 0,03m³ que, na opinião do Arquiteto, exijam meios mecânicos de remoção, perfuração ou utilização de explosivos.
b) Material da classe "B" significa qualquer rocha não descrita na classe "C" acima, que requer equipamento pneumático para sua remoção eficiente.
c) Os materiais da classe "A" incluem todos os materiais que podem ser escavados sem meios mecânicos, não incluídos nas classes "B" e "C" acima, incluindo aterros, lama, argila e detritos.
Se o Empreiteiro considerar que qualquer parte da escavação a realizar é de material da classe "B" ou "C", deve informar imediatamente o Engenheiro, por escrito, para obter o seu consentimento. Se não o fizer, presumir-se-á que a escavação foi realizada em material da classe "A" e será medida e avaliada como tal.
O Contratante notificará o Engenheiro quando as escavações estiverem prontas para receber concreto e não preencherá nenhuma escavação até que o Engenheiro tenha inspecionado a escavação.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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O contraente é responsável por verificar a natureza real do material a escavar.
Durante a escavação, o empreiteiro tomará as precauções adequadas para evitar perturbações do solo que possam afetar a capacidade de suporte das fundações ou a segurança do pessoal e dos trabalhos no estaleiro.
Quando houver subsidência ou quando a escavação exceder profundamente os alçados esperados e necessários, em posições onde o terreno deva suportar estruturalmente a construção, o Empreiteiro deve proceder ao enchimento e correção dos níveis de betão sólido (classe "E") a custas suas.
Antes do início das escavações, o contraente submeterá as suas propostas relativas à aprovação do Fiscal. Se necessário, as escavações devem ser fixadas por tábuas e escoras e mantidas isentas de água por bombagem ou outros meios durante os trabalhos. Os lados das escavações devem normalmente ser verticais, a menos que a estabilidade do solo exija declives inclinados, conforme acordado com o Fiscal.
Se as escavações forem deixadas abertas por mais do que alguns dias, devem ser cercadas ou protegidas de outra forma para evitar que pessoas e animais caiam. Arbustos de espinhos, etc. podem ser usados para cercar as escavações.
As fundações destinadas ao solo não devem ser colocadas diretamente sobre rocha nua. Entre a rocha e a base da fundação, deve colocar-se, no mínimo, uma subcategoria de areia ou cascalho bem compactada de 10 cm.
Se as escavações forem mais profundas do que o necessário, deve ser colocado betão cego ou cascalho bem compactado no fundo da fossa para levar a escavação à elevação necessária.
Medição
As escavações devem ser medidas tendo em conta as dimensões acabadas das fundações em betão. Na medição das escavações, esta regra será rigorosamente considerada e não haverá pagamento de qualquer custo adicional se as escavações ou profundidades não forem de maior largura ou profundidade, seja qual for o material em que foram realizadas.
A oferta de espaço de trabalho nas fundações não será medida.
Os preços para todas as escavações incluem o nivelamento e formação de níveis exteriores de terreno, curvas, etc., correção e ajustes de calçada, nivelamento, irrigação e compactação do fundo das valas para aprovação do Arquiteto, e também considerar todas as fases e remoções, carregamento e transporte a uma distância de até 100m do perímetro da obra e depósito em estacas para reutilização, espalhamento e nivelamento conforme necessário.
Proteção contra cupins
A proteção contra cupins será realizada, sob todas as fundações, usando uma pulverização uniforme de todas as superfícies com veneno do tipo: Tenure MTC – Sanachem ou equivalente.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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A proteção contra cupins pode ser realizada por uma empresa especializada que oferece uma garantia de 10 anos.
Escavação de rochas
O Fiscal deve obter aprovação escrita antes de os explosivos serem utilizados para escavar fundações com rocha. O Contratante será responsável pelo cumprimento da regulamentação local relativa à utilização de explosivos e pela guarda e manuseamento dos mesmos. Durante as operações que envolvam o manuseamento ou utilização de explosivos, o Contratante será responsável pela segurança do pessoal, das Obras do Local e das pessoas ou propriedades nas imediações do Site. O contraente reparará, a custas suas, quaisquer danos causados pela utilização ou manuseamento incorreto de explosivos.
Enchimento
O enchimento só será efetuado depois de o Fiscal ter inspecionado e aprovado a fundação e as trincheiras.
Pode ser utilizado como material de enchimento solos escavados adequados. As rochas e os solos não adequados para compactação devem ser removidos e substituídos por um enchimento adequado à aprovação do Fiscal, importado de novas fossas de empréstimo sujeitas às condições estabelecidas no ESMP. Não podem ser utilizadas matérias orgânicas, argila ou silte moles como material de enchimento. Toda a madeira temporária, fechamento, etc., bem como todo o material decomponível ou perecível deve ser removido das escavações antes do enchimento.
O enchimento deve ser colocado em camadas de aproximadamente 15 cm de espessura. Cada camada deve ser cuidadosamente compactada por meio de uma instalação adequada, com a aprovação do Fiscal. Os materiais a compactar não devem conter pedras de diâmetro superior a 10 cm.
No enchimento para pés de betão, a almofada do pé deve ser coberta primeiro com uma camada de 30 cm de material fino antes de qualquer material com pedras ser depositado.
Antes e durante as operações de compactação, o enchimento deve ter o teor de humidade ideal possível necessário para efeitos de compactação.
Os materiais devem ser compactados até um mínimo de 95 % (percentagem) da densidade máxima que pode ser obtida na densidade padrão de Proctor especificada em AASHTO T99 / ASTM D698 (método A).
O Fiscal pode realizar periodicamente testes de densidade do solo de enchimento para garantir que o grau desejado de compactação do enchimento é alcançado.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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O enchimento deve ser efetuado a uma altura mínima de 20 cm acima da superfície do solo original para compensar a futura liquidação do enchimento.
Qualquer dano causado pelo acordo resultante de compactação defeituosa será corrigido pelo Contratante às suas próprias custas.
Em certos locais, pode ser necessária uma proteção adicional contra a erosão. Qualquer trabalho deste tipo, quando decidido de comum acordo e autorizado pelo Fiscal, será pago com base nas taxas de trabalho diário.
Qualquer material excedente (solo, rochas) após o enchimento estar concluído, não será deixado no local; em vez disso, será removido e eliminado em locais designados pelas autoridades competentes.
Os preços para todos os tipos de enchimento sob pisos, em torno da obra, etc., também devem incluir o carregamento do material sobre ou abaixo, conforme descrito nas medições.
2.3 MEMBRANAS IMPERMEÁVEIS.
Em todos os pisos, será colocada uma película impermeabilizante, de acordo com as especificações do fabricante. O material a aplicar será igual ou superior nas suas características a "TARKON – ORANGE" ou "HIPERLASTIC – ORANGE" e deverá obedecer ao SABS 952-1985 tipo C com uma espessura mínima de 250 mícrons e aplicado com as juntas coladas conforme indicado pelo fabricante e nas maiores larguras possíveis. A membrana será conectada continuamente entre as superfícies horizontal e vertical.
2.4 OBRA DE CONCRETO.
Geral
O contraente fornecerá toda a mão de obra, materiais e equipamentos necessários para os trabalhos de betão e todos os ensaios necessários e deverá:
− Misturar, transportar, colocar, compactar, finalizar e curar todo o betão;
− Erigir e desmontar todas as formas e cofragens;
− Fixar todos os reforços; e ainda
− Incorpore, conforme necessário, todos os itens, fornecidos e erguidos por ele mesmo ou por outros Contratantes, tudo de acordo com estas especificações e desenhos aprovados.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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Cimento
O cimento a utilizar deve ser o cimento Portland ordinário (OPC) que satisfaça os requisitos da BS 12/BS EN 197 ou equivalente e deve ser aprovado pelo Fiscal. Deve ser entregue no local em contentores de cimento a granel ou em sacos selados claramente marcados com o nome do fabricante e deve ser cuidadosamente armazenado num telheiro impermeável com um piso elevado ou num silo de conceção aprovada. Cada remessa de cimento deve ser armazenada com exceção da remessa anterior e o cimento deve ser utilizado pela ordem em que é entregue.
Qualquer remessa que tenha ficado amassada ou de outro modo adversamente afetada não deve ser utilizada e deve ser imediatamente retirada do local.
Sempre que o betão de cimento Portland possa ser suscetível de ataque químico, pode ser utilizado cimento resistente ao sulfato BS 4027, quando aprovado. Se exigido pelo Fiscal, as amostras do cimento a ser usado no local devem ser levadas para um laboratório ou estação de testes aprovado pelo Fiscal para demonstrar a conformidade com as BS 12/BS EN 197 ou BS 915/BS 4550-6:1978 ou BS 4027, conforme aplicável.
Agregados
Todos os agregados devem ser obtidos de fontes aprovadas pelo Fiscal, importados de novas fossas emprestadas sujeitas às condições estabelecidas no ESMP, e devem estar limpos e isentos de argila, terra, matéria orgânica, sal ou outras impurezas. Os agregados devem cumprir geralmente os requisitos da norma BS 882/BS EN 12620.
Para agregados finos e grosseiros, o Contratante fornecerá amostras ao Fiscal, juntamente com todos os detalhes e resultados de testes que o Fiscal possa exigir. Nenhum agregado poderá ser utilizado nas obras até aprovação pelo Fiscal.
Durante o trabalho, o Fiscal ordenará os testes que considerar necessários sobre os agregados e quaisquer agregados que tenham características inadequadas em qualquer momento não serão utilizados no trabalho e serão retirados do local, sem custos adicionais para o Fiscal.
As diferentes frações de agregados finos e grosseiros devem ser armazenadas separadamente e de modo a evitar a mistura de sujidade no betão. Os agregados devem ser manuseados de forma a evitar a separação.
A calibragem dos agregados finos e grosseiros deve ser tal que, quando misturados nas proporções decididas para a classe de betão exigida, a calibragem do agregado combinado seja adequada para fazer um betão denso de trabalhabilidade adequada, contendo as proporções de cimento e água prescritas.
As proporções de agregados finos e grosseiros e a dimensão máxima dos agregados grosseiros a utilizar devem ser aprovadas pelo Fiscal.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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O projeto da mistura de concreto deve ser aprovado pelo Fiscal antes que as obras de concreto possam começar.
O Contratante deve apresentar amostras do material de concreto ao Fiscal com bastante antecedência do início de qualquer trabalho de concreto, e também mandar fazer cubos de teste para os agregados e o cimento que pretende usar. Os trabalhos de betão não devem começar até que essas amostras e testes sejam aprovados pelo Fiscal.
Água
A água a utilizar para a mistura e cura do betão deve ser sempre mantida limpa e isenta de matérias visíveis, tais como óleos, ácidos, álcalis, limo, sais, materiais orgânicos, etc., e deve ser obtida apenas de fontes aprovadas pelo Fiscal.
Misturas
O Empreiteiro utilizará misturas, se necessário, listadas abaixo, a fim de melhorar a qualidade do betão ou argamassa, como trabalhabilidade, acabamento e estanqueidade, de acordo com as instruções do Fabricante, somente com a aprovação do Fiscal.
− Agente redutor de água e retardador de ajuste para ASTM C494.
− Plastificante.
Reforço de aço
A armadura de aço deve consistir em barras deformadas laminadas a quente em conformidade com o requisito da BS 4461/BS 4449:1998 ou outra norma equivalente aprovada pela entidade patronal.
O número, a colocação e a fixação das barras devem estar em conformidade com os desenhos aprovados e com os esquemas de curvatura das barras aprovados.
Todo o reforço de vareta de aço deve estar limpo e isento de escamas soltas do moinho, ferrugem solta, óleo e gordura ou outras matérias nocivas e, exceto em curvas, deve ser verdadeiramente reto antes de ser cercado com concreto. Devem ser apresentadas provas da qualidade do aço. Os números, comprimentos, diâmetros, formas e posições de todos os varões para armaduras devem estar em conformidade com os desenhos aprovados.
A armadura de aço deve estar ligada de modo a formar uma gaiola ou tapete rígido. Para evitar o deslocamento antes ou durante a concretagem, as barras devem ser fixadas uma à outra com fio de ferro macio de calibre 18. Devem ser utilizados anéis pré-fabricados ou blocos de distância/espaçadores suficientes entre a armadura e o fundo e os lados das escavações para assegurar a cobertura correta do betão à volta das barras. Os blocos de distância/espaçador devem ser feitos de betão com uma resistência não inferior à do betão em que ocorrem.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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Mistura de Betão
O cimento deve ser medido em peso, quer utilizando um ou mais sacos completos, quer pesando no local, a fim de atingir a resistência especificada indicada na lista de quantidades.
Os outros ingredientes devem ser medidos em peso ou em volume e o betão deve ser misturado em lotes utilizando um ou mais sacos completos de cimento. Quando for adotada a mistura em volume, devem ser confecionadas e utilizadas caixas descontínuas adequadas de dimensões aprovadas para a medição de agregados grosseiros e finos. Deve também ser utilizado um recipiente adequado para a medição da água.
Todo o betão deve ser cuidadosamente misturado à máquina apenas com água suficiente para garantir uma mistura viável. Testes de consistência devem ser feitos quando exigido pelo Fiscal. A queda num cone truncado com 300 mm de altura e de dimensões normalizadas deve estar compreendida entre 25 e 50 mm, correspondendo a uma consistência plástica rígida.
Formadores (cofragem)
Todos os formadores devem ser construídos com precisão para evitar perdas de betão e produzir a forma correta da fundação. Os formadores devem ser suficientemente resistentes para suportar a pressão proveniente do betão durante a compactação e devem poder ser removidos sem perturbações indevidas para o betão. As formas de madeira devem ser mantidas molhadas, se necessário, para evitar o encolhimento. Os formadores não devem ser removidos antes de o betão ter endurecido suficientemente e, em qualquer caso, nunca menos de 36 horas após a lavoura. Quando for permitida a subcotação das escavações, o contraente deve assegurar que o solo é escavado corretamente em moldes e que as superfícies são revestidas com papel impermeável para evitar a lixiviação do cimento ou do agregado fino do bloco de betão.
Colocação e Compactação
O betão deve ser transportado da betoneira para o local de fundição de modo a que não se verifique a separação dos agregados.
O betão deve ser colocado na sua posição final o mais rapidamente possível e, em caso algum, mais de meia hora após a mistura. O método de colocação deve permitir que o betão na sua posição final possa ser denso e homogéneo.
A compactação deve ser realizada de forma aprovada pelo Fiscal, e os vibradores e outros equipamentos de compactação devem ser aprovados pelo Fiscal. O número e a massa dos vibradores devem ser proporcionais ao volume de betão derramado.
As juntas nas fundações de betão devem ser evitadas tanto quanto possível. Se a construção da fundação for tal que as juntas sejam inevitáveis, a lascagem adequada do betão antigo a uma superfície rugosa e limpa, isenta de partículas soltas, deve assegurar a ligação entre o betão antigo e o novo. Imediatamente antes da colocação do novo betão, esta superfície limpa
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
21/56 deve ser preparada com uma camada de aproximadamente 15 mm de espessura de uma mistura húmida de cimento e areia fina em proporções iguais.
O Fiscal pode interromper qualquer trabalho concreto sempre que as condições meteorológicas sejam desfavoráveis, e o Contratante não tomou as precauções necessárias.
Não serão permitidas interrupções concretas por períodos superiores a 1 hora. As interrupções por períodos de tempo superiores aos indicados devem ser fechadas como juntas de trabalho ou juntas de betão.
Acabamento de superfície
Salvo indicação em contrário nos desenhos, todas as superfícies de betão permanentemente visíveis devem ter um acabamento regular de textura uniforme, isento de orifícios, cavilhas e cofragens.
O betão danificado ou alveolado deve ser removido por lascas de betão sólido e substituído por argamassa ou betão. Se ocorrerem defeitos importantes, o Fiscal tem o direito de recusar as peças defeituosas, se necessário, uma fundação inteira, que deve então ser removida.
A superfície superior do betão para todos os tipos de fundações deve ser inclinada de forma aprovada para evitar a acumulação de água e toda a superfície exposta deve ser revestida com betão composto por uma parte de cimento a duas partes de areia.
Cura
A cofragem deve ser removida das obras de betão depois de o betão ter adquirido resistência suficiente após um período mínimo de 2 dias para os pilares e de 7 dias para as vigas/padieiras.
Todo o betão deve ser curado mantendo-se continuamente húmido durante um período de pelo menos 10 dias após a fundição, embora em certos casos o Fiscal possa alterar esse período.
A cura deve ser afetada pela cobertura de todas as superfícies de betão com hessiano ou uma camada de areia, a manter molhada por rega contínua.
Os compostos de cura de tipo aprovado podem ser utilizados com a autorização do Fiscal.
Ensaios de Betão
Todos os ensaios de betão devem ser realizados de acordo com os requisitos da BS CP 114, cláusula 601 e BS 1881/BS EN 12390. Durante a mistura de betão para cada secção da obra e em outros momentos conforme orientação do Fiscal, devem ser tomados 2 conjuntos de cubos de ensaio, tamanho 15x15x15 cm, cada conjunto constituído por 6 cubos. De cada conjunto devem ser testados 3 cubos após 7 dias e os restantes 3 cubos após 28 dias. A resistência à compressão dos cubos após 28 dias não deve ser inferior à especificada nas listas técnicas.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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Os testes de consistência e de sangria e outros testes preliminares que o Fiscal possa determinar, devem ser tomados quantas vezes forem determinadas pelo Fiscal. Nenhum betão de qualquer tipo ou classe deve ser utilizado nos trabalhos antes de os ensaios preliminares terem demonstrado a resistência à compressão e a trabalhabilidade especificadas.
Todos os cubos de ensaio devem estar bem marcados e curados conforme especificado.
Os testes de aço de armadura e materiais de concreto devem ser realizados de acordo com a Norma Britânica relevante, conforme indicado pelo Fiscal. O Contratante será responsável por fornecer as amostras que possam ser exigidas pelo Fiscal para tais testes.
2.5 ALVENARIA DE BLOCO DE CIMENTO PARA PAREDES.
A especificação fornece indicações técnicas gerais, características, procedimentos de execução de obras e detalhes sobre a construção de paredes de tijolos de cimento.
Caraterísticas
Os blocos de cimento sólido ou oco devem ter as seguintes características:
a. Todas as unidades devem ter uma forma retangular e ser nominalmente fiéis à forma adequada, que consiste em não apresentar defeitos visíveis que possam interferir com a correta colocação das unidades e comprometer a solidez ou estabilidade da construção.
b. A resistência nominal à compressão das unidades é de 7 MPa, com um teor mínimo médio de 5 unidades de 8,0 MPa e uma resistência à compressão mínima de uma unidade individual de 5,5 MPa.
c. O encolhimento médio por secagem não deve exceder 0,06% para unidades de encolhimento normal e 0,08% para unidades de retração elevada.
d. Não são admissíveis desvios nas dimensões de >10 mm em qualquer direção.
e. Os blocos não devem ser utilizados antes de decorridas 6 semanas após o fabrico.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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f. A argamassa dos blocos deve ser constituída pelos seguintes componentes:
g. A argamassa deve ser da categoria B, salvo indicação em contrário.
h. Os materiais devem ser misturados a seco até ficarem uniformes na cor, depois deve ser adicionada água até que os ingredientes estejam bem incorporados.
Aparência e qualidade
Os fornecimentos devem ser divididos em lotes, tendo em conta o tipo, as dimensões e a forma dos blocos de cimento.
Em nenhuma circunstância serão permitidos no local lotes que contenham em si diferentes tipos e formas de blocos.
Recolha e teste de amostras antes da entrega no local
Para o efeito, os fornecimentos de blocos da mesma marca, tipo, tamanho e forma devem ser divididos em lotes.
De cada lote (5000 unidades) deve ser escolhida uma amostra contendo 30 blocos inteiros tão aleatoriamente quanto possível.
Testes
Tamanho e deformação - 10 blocos Compressão - 6 blocos Eflorescência - 5 meias quadras Dissolução de sais - 5 meias quadras Absorção de água - 4 blocos inteiros
1 2 3 4 5
Masonry grading Resistance to compression
(Mpa)
Cement
(Kg)
Stone dust
( liters )
Sand ( liters )
A
B
C
>5
1,5 – 2
0-10
0-40
0-80
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ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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Todos os lotes que, após o teste, não cumpram os requisitos mínimos indicados na tabela abaixo (de acordo com o regulamento local NM354:2011), devem ser rejeitados.
2.6 REVESTIMENTOS DE PAREDE – APLICAÇÃO DE ARGAMASSA EM
PAREDES E TETOS DE REBOCO.
Aplicações
Esta especificação é aplicável não só aos rebocos destinados a receber outros acabamentos, mas também àqueles em que o acabamento será aplicado diretamente na superfície do próprio gesso (lixado).
A mistura de argamassa deve estar de acordo com o revestimento final que receberão para garantir a sua permanência e estabilidade.
A argamassa deve geralmente ser misturada nas seguintes proporções:
Reboco Interno cimento e areia: 1:4.
Reboco Externo Cimento e areia: 1:4
Como dito acima, as dosagens de argamassa devem estar de acordo com o revestimento final que receberão para garantir sua permanência e estabilidade. Embora as dosagens atuais são as indicadas acima, Eles são fornecidos apenas como uma indicação. Outros podem e devem ser adaptados de acordo com a experiência e utilização estabelecidas, quer como o mais adequado para um caso específico, quer como o melhor para a aplicação de um determinado revestimento.
Quando nada for indicado nos desenhos de projeto, caberá ao engenheiro aprovar as dosagens mais adequadas para a argamassa, bem como as áreas de aplicação.
Preparação de base - Parede ou Teto
Normal aggregate
Light aggregate
A ≥6.0
B ≥4.0
C ≥3.0
D ≥2.0
Characterisitic
Resistance fbk MPA
Average absorption (%) Retraction
Class
≥10.0%
≤13.0%
(average)
≤16%
(individual)
≤0.065%
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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Visão geral
A base deve estar devidamente preparada para receber o gesso. A superfície a cobrir deve estar completamente isenta de partículas mal aderidas ou de quaisquer outros corpos que possam afetar o reboco, bem como de poeiras, gorduras, fuligem, etc. A base deve ser tão rígida quanto possível e perfeitamente reta de modo a que a espessura do gesso não exceda 2,5 cm.
Imediatamente antes da aplicação do gesso, a base deve estar completamente molhada para que fique completamente úmida no momento da aplicação da argamassa, sem, no entanto, a água transbordar ou pudim.
Base de alvenaria
Quando não for possível evitar irregularidades no alisamento da base acima das tolerâncias, todas as depressões devem ser preenchidas com argamassa idêntica à do gesso. Esta argamassa será colocada em camadas de acordo com a espessura e funcionará como base para o gesso a ser colocado posteriormente. A espessura de cada camada não deve exceder 2cm. Deve haver um intervalo de tempo de, pelo menos, duas semanas entre o enchimento das depressões na base e a aplicação do gesso.
Base de betão
Se não tiver sido possível evitar irregularidades no alisamento da base, acima das tolerâncias, todas as saliências devem ser devidamente aparadas até serem atingidos os valores das tolerâncias fixadas.
Quando nada é estipulado e após a desmoldagem é possível com betão fresco e húmido, deve ser aplicada uma camada "spatterdash".
As superfícies de betão com mais de sete dias e sobre as quais não seja possível aplicar o «respingo» devem ser lascadas de modo a permitir a aderência da argamassa ao reboco.
Tolerância no alisamento da base
Quando não for determinado de outra forma pelo engenheiro, a tolerância permitida, ou seja, a diferença entre os pontos mais salientes e recuados da superfície, não deve exceder 2,5 mm.
Em bases planas, a retidão deve ser avaliada por meio de uma régua reta superior a 2 m, ou com o comprimento máximo determinado pelas dimensões da base.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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Aplicação Spatterdash
Base de alvenaria
Sempre que o Engenheiro não tenha dispensado a aplicação do spardash, esta deve ser feita imediatamente após a conclusão da base, e depois de esta ter sido completamente molhada.
A argamassa a utilizar deve ter uma proporção de 1:1 a 1:3, consoante o caso, e deve ser projetada com força contra a base de modo a constituir uma camada rugosa e aderente, com uma espessura compreendida entre 1 e 3 mm.
Base de betão
Quando o Engenheiro tiver dispensado o lascamento da base e for utilizado o corte de respingos, isso deve ser feito imediatamente após a desmoldagem com a base bem molhada.
Deve ser utilizada uma argamassa com relação entre 1:1 e 1:2, consoante o caso, que deve ser projetada com força contra a base, formando uma camada rugosa e aderente de espessura entre 1 e 3 mm.
Aplicação de gesso
O gesso deve ser utilizado imediatamente após a preparação e ser totalmente aplicado antes de começar a fixar.
Durante o período de espera, deve ser protegido do sol, chuva ou vento.
O uso de gesso já endurecido, mesmo que seja adicionada água, será proibido.
O gesso endurecido deve ser removido do local.
Considera-se que o gesso endureceu quando perdeu a sua trabalhabilidade, ou, se foi misturado mais de uma hora antes no verão, e 2 horas em outras estações.
A alteração destes prazos estará sujeita à aprovação do Engenheiro.
Condições meteorológicas
O reboco exterior deve ser proibido sempre que sejam esperadas/sentidas temperaturas inferiores a 3ºC ou superiores a 30ºC, ventos fortes, chuva ou geada.
No caso do reboco interior, podem ser utilizados aquecedores para manter a temperatura a um nível adequado. Estes devem ser colocados a uma distância da base para não causar aquecimento ou secagem excessivos.
Espessura do gesso
Salvo determinação em contrário do Engenheiro, quando a espessura total do gesso exceder 2,5 cm, este deve ser aplicado em duas camadas, com um intervalo mínimo de 24 horas.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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A primeira camada deve ter 2,0 a 2,5 cm de espessura, e a segunda, a diferença para a espessura total. Se não for previamente estabelecido pelo Supervisor, a espessura total não deve exceder 4,0 cm.
Impermeabilização (gesso externo)
O reboco aplicado nas paredes externas deve conter sempre um produto repelente de água previamente aprovado pelo Engenheiro.
Quando aplicado em mais de uma camada, o produto impermeabilizante só será aplicado na argamassa que constituirá a primeira camada de gesso.
Deve ser dada preferência a produtos hidrorrepelentes especialmente preparados para serem misturados em água ou para diluir antes da mistura.
A utilização de produtos em pó repelentes de água que não tenham o grau adequado de granulometria não será permitida sem a aprovação do engenheiro.
Execução de Obras
Ao aplicar duas camadas, a primeira será projetada e pressionada firmemente com a espátula do construtor e só então será flutuada. O segundo também será flutuado, trançado, passado com uma esponja, uma espátula ou espátula.
A segunda camada pode ser feita com o mesmo tipo de areia que a primeira, ou com areia mais fina, areia de acabamento, conforme estipulado.
Se nada for indicado em contrário, a areia da camada superficial não deve conter grãos de mais de 1,5 mm e o seu acabamento deve ser feito com uma espátula, após o endireitamento, de modo a obter uma superfície fechada, sem riscos e com um aspeto homogéneo. Este acabamento pode ser melhor obtido algum tempo após a aplicação.
Correção ou reparação em gesso
Todos os remendos ou reparações devem ser feitos de forma a obter o mesmo acabamento que as suas envolventes e com linhas ou remendos que não representem descontinuidade nas superfícies.
Se nada em contrário for indicado pelo engenheiro, a extensão do remendo ou reparação deve ser tal que as linhas de guarnição coincidam com arestas, cantos, barbatanas ou outras linhas singulares da construção.
No caso de remendos ou reparos de gesso velho, embora o Engenheiro possa permitir a utilização de outros materiais que não os já colocados, deve-se ter o cuidado de remover
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
28/56 primeiro as argamassas antigas e qualquer outro material que possa constituir uma má base para o novo reboco.
Aplicação mecânica de rebocos
Com a aprovação do Engenheiro, o gesso pode ser aplicado mecanicamente, seguindo as instruções correspondentes ao tipo de máquina utilizada para este fim. Todavia, e não obstante as instruções a seguir neste caso, podem ser adotadas as seguintes regras:
a) a boca da arma deve ser mantida perpendicular à parede a cobrir;
b) a velocidade com que o material sai da arma deve ser condicionada pelo diâmetro da boca da arma;
c) a pressão da água deve ser superior à pressão do ar, a fim de garantir uma imersão mais completa dos materiais e um controlo de funcionamento mais rápido e eficaz;
e ainda
d) O endireitamento do gesso segue imediatamente a projeção, antes que o aglutinante comece a fixar.
3.0 TRABALHOS DE ACABAMENTO
3.1 ZINCO
O zinco deve ser da mais alta qualidade, homogéneo, puro, isento de qualquer liga e bastante maleável.
A chapa metálica será determinada, e as dimensões são bastante planas, espessura uniforme, sem rachaduras ou rasgos.
Quando aplicado em abas, abas, guarnições e pisca-piscas ou calhas terá uma espessura mínima correspondente à placa 14.
3.2 ALUMÍNIO
O alumínio utilizado deve ser composto por liga de alumínio anodizável, isento de quaisquer defeitos de perfis e endireitado sem corrosão ou imperfeições superficiais, deve ser adequadamente armazenado e manuseado, de modo a garantir que as características da cobertura protetora sejam anodizadas ou lacadas.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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3.3 REVESTIMENTO DE PAREDE E PAVIMENTO
As telhas devem ter textura homogênea e sem manchas ou cravos ter superfícies e bordas endireitadas, ter esmaltes uniformemente espalhados e não crocantes e proporcionar consistência de tom. Devem cumprir o disposto na norma portuguesa NP-52 e apresentar as características enumeradas nos elementos de conceção.
3.4 MOSAICO CERÂMICO
Tijoleiras cerâmicas, fabricadas por mistura refratária de sílica-alumina e extrudidas em ambiente de vácuo e queima única a uma temperatura de cerca de 1200°, que devem obedecer às seguintes normas:
• ISO10545-parte 14 e CTSB Caderno 3243 Classe 5,
• ISO545 – Parte 13 Classe GLA
• DIN51130 R9 ou R10 (conforme desenhos)
• DIN51097 classe A (conforme desenhos)
3.5 VIDRO
O vidro a ser utilizado nas obras deve atender à qualidade e espessura do projeto. Em caso de falta de informação, as janelas devem corresponder às características para o fim a que se destinam e nunca terão menos de 4 mm de espessura.
As placas de vidro são feitas à máquina de escolha, textura homogénea, bem endireitadas e isentas de defeitos de fabrico, garantindo a não deformabilidade das imagens.
3.6 FERRAGENS E METAIS FERROSOS
Todas as ferragens e metais ferrosos a utilizar no trabalho devem ser de boa qualidade, adaptáveis na forma e dimensões para os objetivos propostos e estar sempre protegidos da corrosão por chapeamento.
Se outros acabamentos não estiverem especificados nestas especificações ou nos desenhos, os metais ferrosos serão acabados com a cor de pintura apropriada a ser definida pelo Engenheiro.
Todos os elementos de fixação, tais como parafusos, porcas, grampos, etc. serão ou latão para uso em madeira ou aço inoxidável ou aço galvanizado. Em nenhum caso serão utilizados elementos de tratamento sem corrosão adequada, dependendo do processamento nas condições em que está exposto.
ESPECIALIDADE: ARQUITETURA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
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3.7 CHAPA METÁLICA
Chapa de aço pré-lacada em ambos os lados, nervurada, como "Alac" ou equivalente. A espessura da placa deve ser escolhida em função das condições de aplicação,
3.8 LOUÇA SANITÁRIA
Porcelana envidraçada
As louças sanitárias são de porcelana vidrada, a qualidade deve satisfazer as seguintes condições:
Os dispositivos não devem permitir a intercomunicação entre a rede de abastecimento de água e o sistema de esgotos.
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